junho 08, 2012

histórias de minha mesa

ESTAVA NAVEGANDO EM ALGUNS BLOGS, PROCURANDO POR RESOURCES PARA editar imagens e deparei-me com uma postagem que dizia: "para ter um blog legal, poste duas vezes por semana" e assim ia, sucessivamente, até ter um blog de sucesso. E, eu me lembrei do meu blogzinho nenénzinho! Tenho bastante tempo livre e vontade zero de sentar e escrever alguma coisa - provavelmente porque desde que ganhei o notebook tenho ficado mais tempo deitada do que sentada, rs
Então, resolvi fazer algo que havia planejado há bastante tempo, mas não tinha meios de fazê-lo - não tinha câmera, né, senhores ladrões fdp.
Apresento-vos meu local de trabalho!


Sim, é sempre essa bagunça! Havia outra pilha de cadernos e livros do outro lado mas, tirei para colocar algo mais bonito, como morangos. Escondi outras coisas atrás do notebook, como bijuterias, meu copo d'água de criança e meus óculos e meu porta-lápis.



1. Meu notebook-lindo-xodó-roubem-e-estejam-mortos! É meu terceiro computador e meu segundo notebook. Acho que não dou muita sorte com coisas eletrônicas. Mas a gente aprende,  correto?
Meu primeiro notebook  ganhei quando completei quinze anos e um tempo depois queimei o teclado limpando enquanto ele estava ligado - burrice, não diga!-. Passei uns anos, não lembro, usando um teclado usb até arrancar algumas teclas do original pelo atrito e até meu pai se apiedar de mim comprando outro.
Ganhei um all-in-one, aquele que é tudo no monitor. Esse deu a louca e perdi todas as minhas coisas, foi para a assistência. Depois ele não queria mais desligar, sempre reiniciava e resolvia o problema desconectando o cabo da fonte antes de reiniciar hehe Até que ele se consertou sozinho.
Porém, Murphy nunca se esqueceu dessa pobre alma: roubaram de dentro do meu quarto! Longa história de carnaval: entraram pelo ar condicionado e fizeram a festa no meu quarto. Só meu quarto porque a porta estava trancada. Perdi tudo outra vez.
E, com o dinheiro do seguro, ganhei esse novo computador. Preferi outro notebook porque podia usá-lo aonde quisesse. Ele tem alguns meses e ainda não tirei o plástico que o protege. Liguem-se na neurose.

 
2. Meu abajur antigo, com uma lâmpada queimada. Estava na casa da minha vovó, esquecido na varanda, então, pedi de presente. Embaixo dele estão três dicionários: dois de português e um de francês-português bem antigo - tentei colar a lombada com cola, mas não deu certo. Também há três livros de poesia: Florbela Espanca, Manuel Bandeira e Vinícius de Moraes. 




 3. Um quadro magnético que comprei no Saara por dezoito reais e os imãs por vinte e cinco centavos cada.
Minha ideia é enchê-lo de fotografias, textos, lembretes. Por enquanto, só há isso: quatro fotos, três minhas de quando era criança, um desenho feito pelo meu tio, cartão para buscar um exame e uma foto que tenho que desenhar usando carvão vegetal. Acima do quadro têm dois quadros meus, que não apareceram na foto  por direitos autorais ha ha  porque não sei.


4. Bagunça: minha agenda, livros, caderno de textos, meu RUBIK'S REVOLUTION, quase sem bateria, alguns papéis, um sapo para incenso, uma foto minha com meu vovô e um pires cheio de moedas que não aparece na foto. Ah, minha chave da Minnie e meu cavalete no canto direito da foto. 
Meu ipod também... Meu antigo mp4, companheiro de cinco anos, resolveu não mais funcionar, então, aproveitei o preço e a oportunidade e comprei um ipod shuffle.
É meu novo neném, toquem e morram.

É isso. 
Comi os morangos e continuo com fome.
Prometo postar com mais assiduidade.

2 comentários:

Adriele disse...

Pena que não apareceu seus quadros, rs.

O meu local de "trabalho" é uma bagunça.

Victor Cezar disse...

Hmm então é aí que a mágica acontece!